posted Nov 15, 2010 7:12 PM by André Oliveira
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updated Mar 28, 2011 11:54 AM by André Luiz Oliveira
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Olá gente. Silêncio de rádio durante setembro e outubro, mas há tempo pra uma re-aquecida e fechar bem o ano. :) Itens interessantes pra agenda esse mês:
Próximo Meetup Nos últimos meses, apesar da baixa atividade, rolou uma pequena discussão sobre um tópico para o próximo meetup. O Cristian sugeriu que falássemos sobre "crowdsourcing", e de lá de Salvador articulou o contato com o gaúcho Rafael Zatti em Porto Alegre para tratar do tema. O Rafael está pra lançar um livro sobre o assunto e se prontificou a produzir um webminar sobre o assunto.
Na esteira de novidades, o Marcelo Rodrigues do Lab de Garagem (um novo espaço para criadores, inventores e, porque não, empreendedores) se prontificou a ceder-nos o lab para o próximo meetup, assim já aproveitamos e conhecemos o espaço que pode ser bem interessante para empreendedores hands-on.
Entretanto, há grande insegurança quanto à data, por isso peço pra que os que não responderam o poll sobre melhor dia para o meetup, e estejam interessados em participa, que se manifestem respondendo-o.
Apesar da falta de data, já temos tema, seminarista e local, portanto vai rolar ainda este ano! :)
Abraço,
-a |
posted Aug 22, 2010 2:29 PM by André Luiz Oliveira
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updated Aug 22, 2010 10:40 PM
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Na segunda-feira passada (16/08) tivemos o primeiro meetup: Reworking on Hub.De lá pra cá, dias de silêncio de rádio, então lá vai um post pra colocar as coisas em ordem: - pra começar o @andre_pantaliao escreveu um interessante post relatando suas percepções sobre o meetup, leiam no blog da startup dele, a vizir.
- não pode ir e quer ter uma idéia de como foi a dinâmica do encontro? fizemos uma página com os twitts que rolaram durante e após o evento. curta!
- pra quem quer mais, tem ainda: fotos e reviews.
- novidade! perceberam a nova url nos links? pois bem, agora acessamos o meetup group através do link www.saoreworkmeetup.org, em breve o wiki também estará no domínio.
- mês passado, o Dov Bigio (linkedin), que também está no SAO Rework Meetup, fez um review do interessante livro: "Desenvolvimento de Produtos sem Enrolação", escrito pelo pessoal do Empreendemia, vale a pena dar uma conferida.
Terça-feira (24/08) às 19h00 tem mais um meetup, dê RSVP! :) Um abraço. |
posted Jul 28, 2010 8:50 PM by André Luiz Oliveira
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updated Jul 29, 2010 1:41 PM
]
por André Luiz de Oliveira
Rework é um livro sobre atitude. Só tem que, uma das principais reclamações de quem está tentando empreender em terra brasilis é o famigerado "fator Brasil". Daí que: como faz pra se ter a agilidade, a produtividade e a atitude, que os gringos da 37signals sugerem no livro deles, nos trópicos das dificuldades burocráticas, tributárias e culturais? Bom, eu sou nada mais que um atrevido. Além da experiência de ter trabalhado com algumas startups, sou um curioso num exercício crítico de pensar a realidade do empreendedor. Dito isso, seguem algumas idéias/sugestões pra melhorar a lida com o tal "fator Brasil": - Procure um co-founder "especialista em Brasil"
Premissa básica pra empreender: conscientize-se de que dificilmente conseguirá realizar tudo sozinho.
Você precisa
de ajuda, fato. E uma boa "saída" pode ser você procurar como sócio alguém
que entenda bem de questões burocráticas, tributação, "trâmites" legais, etc.
Outra forma pode ser investir em capacitar um dos founders a se tornar tal especialista.
Semana passada, numa das oficinas do Hub Escola de Inverno - Empreender, necessidade ou
vocação? - uma das sócias de um renomado restaurante da região de Moema, relatou uma interessante experiência. Juntaram-se uns tantos familiares (irmãos) para dar conta do negócio herdado do pai. Pra dividir a carga de trabalho, o combinado era que cada um teria de especializar-se num
assunto específico: finanças, marketing/comunicação, RP, comida, etc. O negócio prosperou, apesar de que a moça deixou o empreendimento devido ao desgaste
emocional que um negócio em família gera. De todo modo, fica a idéia.
- Mapeie, é tudo risco
Faça um
mapa com o máximo de itens "burocráticos" com potencial de influenciar no negócio que se consiga perceber. Dê a eles o mesmo tratamento que daria a qualquer outro tipo de
risco técnico, material, financeiro, etc. Esses serão os riscos burocráticos: quantifique-os,
qualifique-os, projete ações sobre eles.
- Bote pra fazer
Há inúmeros exemplos no Brasil de gente que botou ou tá botando pra fazer apesar dos nossos peculiares fatores. Talvez seja até o caso de acrescentar: Fator Brasil is no excuse.
Não se
permita consumir por esses fatores, "bota pra
fazer", postergue a tomada de decisão sobre os riscos. Quando a coisa chegar num estágio em que seja necessário começar a se
preocupar, adote então as ações necessárias para eliminá-los ou atenuá-los.
Uma startup de software, por exemplo, pode dar foco pra diversos assuntos, sem se preocupar com burocracias: tocar o desenvolvimento do produto, desenvolver networking. Protelando a preocupação em com tributos,
faturas, etc, pra quando houver um negócio em
potencial à vista. Analogamente quem tá no terceiro setor, pode por
exemplo começar a gerar tecer uma rede de pessoas,
bem antes de se organizar como "instituição formal".
Muito do que disse poderia ser substituído por colocar em ação alguns importantes Reworking Concepts:
- Ignore details early on
- Start at the epicenter
- Embrace constraints
- Focus on what won't change
Demorô! |
posted Jul 26, 2010 9:32 PM by Adilson Souza de Araújo
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updated Jul 29, 2010 6:28 PM by André Luiz Oliveira
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por Adilson Souza de AraújoReuniões? Só quando absolutamente inevitáveis. As inúmeras reuniões que participamos são realmente indispensáveis? Temas, idéias, problemas ou propostas debatidos foram previamente socializados e esgotados entre os participantes? Se não foram, estes participantes vão fazê-lo no ato, só por estarem submetidos à pseudo formalidade que o título “reunião” empresta ao encontro? São questões para pensarmos sobre a necessidade e utilidade de uma reunião. Não se trata, óbvio, de retirar a importância ou necessidade de encontros presenciais, já que tanto quanto informações, uma reunião pode permitir ações estratégicas de convencimento junto a pessoas e grupos e nem sempre um email ou chamada telefônica possibilitam transmitir/receber certas emoções/sensações. Comunicação intensa: arma contra reuniões Para diminuir a necessidade de reuniões, manter uma comunicação intensa, com o uso de todas as ferramentas possíveis, é condição central, e a internet é pré-requisito. E como distância não é só um fator geográfico, telefones, chats, emails e softwares disponíveis no mercado (inclusive gratuitos) devem ter uso maximizado, aproximando pessoas que trabalhem na sala ao lado ou do outro lado do mundo. Por tudo isso, a comunicação deve crescer qualitativa e quantitativamente: de um lado, apresentar com clareza os pontos, questionamentos, solicitações, sugestões ou decisões; e, de outro lado, chegar a todos (ex.: email com cópia a todos os envolvidos). Por uma metodologia de resultados Se, em último caso, uma reunião for necessária, ela deve seguir uma metodologia que garanta a otimização do tempo investido para atingir os objetivos esperados. Assim, é útil adotar uma metodologia que contemple 3 pontos básicos: agenda/pauta, tempo e resultados pré-definidos. A definição e divulgação prévia de agenda/pauta aos participantes permitirá um processo de apropriação dos temas, reflexão sobre estes e busca (mesmo que ainda assistemática e parcial) por soluções e posicionamentos pessoais, o que inclui pensar em informações / exemplos / sugestões que possam contribuir. Com isso evita-se, por exemplo, a perda de tempo com longas introduções. Realizando à distância O tempo é um elemento de difícil valoração, mas, no entanto, todos sabem, especialmente hoje, o quão raro e importante ele é. Cruzar as ruas de cidades cada vez mais congestionadas ou realizar ações noutras cidades, estados ou países dão uma dimensão do qual escasso pode ser o tempo. Para minimizar estes efeitos, uma possibilidade é recorrer a reuniões e teleconferências (com imagem e som) por Skype ou similares que permitem economia de tempo e dinheiro e, de quebra, manter tudo armazenado para consultas posteriores. Além do recurso da comunicação online, há softwares dedicados à gestão de projetos (muitos destes gratuitos) que permitem o compartilhamento e alterações distribuídos a todos os participantes em segundos. Resumo da ópera - Reuniões, só quando absolutamente inevitáveis.
- Por vezes só ocorrem porque a comunicação foi falha.
- Metodologia: definir agenda/pauta, tempo de reunião e resultados esperados.
- Todos devem ser devidamente notificados.
- Ferramentas como Skype e similares permitem agilidade e economia.
- Softwares e serviços para gestão compartilhada de projetos são ferramentas úteis
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posted Jul 22, 2010 10:40 PM by André Oliveira
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updated Jul 22, 2010 10:41 PM by André Luiz Oliveira
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